Bem vindo ao site de Rhuan Pedroza

Quem é, o que faz, como vive, sua história, novidades, aquisições, cotidiano, empresas e festas. Uma biografia viva. Divirta-se lendo!!

A força e a liderança jovem por trás da expansão da marca Pedroza por todo mundo

Rhuan Pedroza e CEO e presidente do Grupo Pedroza, uma das maiores empresas privada do Brasil.

Um empresário que foi capaz de se reinventar

Em suas mãos, a tarefa de fazer do Grupo Pedroza um sucesso de organização foi bem-sucedida.

Um talento acima da média nos negócios

Sabedoria em gestão de pessoas é o segredo de seu crescente sucesso.

sábado, 15 de junho de 2013

Quando perco tempo, eu ganho tempo.

Tire um tempo…para ir mais devagar
A correria do dia a dia somada pelas facilidades tecnológicas faz com que o líder tenha que arranjar um tempo pra tudo e com isso acaba faltando um tempo para ele. A aceleração, a fragmentação e, sobretudo, a compressão do tempo fazem que não seja mais possível administrar a agenda da vida do Líder. O desafio aqui é rever a percepção do tempo e aprender a ir mais devagar para novamente, sermos capazes de levar a vida com mais vida!
Outro ponto interessante é a forma com que as pessoas se referem ao tempo e, entre parênteses, uma reflexão sobre a sua relação com o tempo. Veja em qual das frases abaixo se parece com a sua fala do dia a dia:
O tempo é meu inimigo…. (talvez você passe o tempo lutando contra o relógio)
O tempo é meu escravo… (talvez você queira ser o dono do tempo)
O tempo é neutro… (talvez você considere o tempo como um recurso pessoal)
O tempo é o meu árbitro… (talvez você considere o tempo como um juiz)
O tempo é o meu mestre… (talvez você delegue ao tempo as suas decisões)
O tempo é um mistério… (talvez você situe o tempo fora da sua consciência)
Aqui temos 25 dicadukas para você aprender e tentar desacelerar o seu ritmo e retomar um curso de vida mais saudável e humano:
  1. Torne os seus gestos mais lentos
  2. Fique mais 10 minutos na cama pela manhã
  3. Saia 15 minutos mais cedo
  4. Faça apenas uma coisa de cada vez
  5. Escute o seu tempo interior
  6. Esqueça seu relógio de pulso
  7. Desligue a televisão por um dia
  8. Tome um banho quente demorado
  9. De uma pequena caminhada de 15 minutos
  10. Não vá fazer compras no supermercado
  11. Escute os outros
  12. Conceda uma pausa a si mesmo
  13. Saboreie o que você está comendo
  14. Não faça nada por 20 minutos
  15. Invente um ritual
  16. Quebre a sua rotina
  17. Respire profundamente e por varias vezes
  18. Peça ajuda quando não souber fazer
  19. Ofereça a si mesmo uma massagem
  20. Desligue seu celular
  21. Tenha um espaço só seu
  22. Isole-se por uma tarde
  23. Tire um cochilo após o almoço
  24. De uma volta pelo bairro sem um roteiro definido
  25. Plante um jardim e cuide dele

Espelho, espelho meu, que líder sou eu?

Ter todas as respostas importa menos do que saber o que perguntar
Todo líder passa por altos e baixos na carreira. Muitas vezes ele só para e pensa como as coisas vão indo quando já está dentro de um furacão e nessas condições a busca de uma saída é um pouco mais difícil. Convido você leitor e líder, a refletir um pouco sobre algumas perguntas que tenho usado nos meus encontros com lideres de diversos calibres e sempre com objetivo de gerar uma reflexão e daí um aprendizado.
As perguntas sempre serão mais poderosas do que as afirmações quando o assunto em pauta é a solução de problemas e o desenvolvimento pessoal. As perguntas ajudam o líder a reconhecer e reorganizar seu conhecimento e visualizar com mais clareza as perspectivas. As perguntas mais difíceis fazem o líder pensar e refletir sobre como anda seu desempenho e, principalmente, o que é necessário mudar.
Acredito que todo líder deve se fazer regularmente essas 10 perguntas. Lembre-se que aqui não há uma resposta certa e sim, uma oportunidade para melhorar e crescer.
  1. Como tenho gasto o meu tempo?
  2. Tenho constantemente comunicando a visão da empresa e as nossas prioridades? Se o meu pessoal fosse questionado, eles seriam capazes de articular essa visão e essas prioridades?
  3. Estou atento a mudanças no ambiente de negócios que exigiriam mudanças no modo como organizamos e tocamos a empresa?
  4. Meu estilo de liderança reflete quem de fato sou?
  5. Como me comporto sob pressão, e que sinais transmito a minha equipe?
  6. Sou suficientemente assertivo, ou virei um líder hesitante?
  7. Forneço ao meu pessoal um feedback construtivo, direto, no momento oportuno?
  8. Conto com cinco ou seis subordinados capazes de me dizer aquilo que preciso ouvir, por mais desagradável que seja?
  9. Defini, ainda que apenas para mim, um ou mais potenciais sucessores?
  10. Minha definição de líder reflete minhas ações diárias?
Aqui vai uma dicaduka: ter respostas em geral é muito menos importante do que fazer, a si mesmo, as perguntas certas – e produzir insights reveladores. Um processo de autoquestionamento conduzido regularmente vai ajudá-lo a enfrentar desafios e dilemas característicos ao dia a dia de um líder.

Quando for a sua 1ª vez como Líder…

Saiba que 60% dos novos líderes falham nos 2 primeiros anos
A notícia chega de uma forma inesquecível, o gerente te chama em uma sala e diz que com base nos seus resultados e na expansão dos negócios você é o novo coordenador dos analistas. Sua vontade é abraçar o gerente, ligar para a sua esposa/marido agradecer e contar que você conseguiu a tão sonhada promoção, agendar um bom churrasco para o domingo com os familiares e amigos e, na segunda-feira sua vida profissional inicia uma etapa que será determinante para o seu sucesso profissional.
Muitos líderes de 1ª viagem acreditam que agora a sua autoridade e liberdade irão garantir que as coisas de fato aconteçam no setor. Com o passar do tempo, percebem que obediência não é sinônimo de comprometimento e que controlar pode ser tão arriscado como querer segurar um salmão que salta e luta contra a correnteza de um rio.
Na minha experiência com lideres novatos, percebo o apego as tarefas operacionais (que ele tanto fazia bem e tinha reconhecimento), uma preocupação em falar muito com as pessoas da equipe e uma boa parcela do tempo investido em ações de rotina. É necessário que eles mudem o foco de tarefas para pessoas, de falar para ouvir os seus liderados e garantir formas de engajar as pessoas e delegar as tarefas antigas.
O que fazer? A primeira ação sua como novo líder é ajustar a expectativa do seu chefe com a sua, ou seja, tenha clareza sobre as suas atribuições e os resultados esperados por ele. Livre-se das tarefas operacionais ou de rotina e invista um tempo em conhecer as pessoasda sua equipe. Dedique-se também a construir relacionamentos com seus “novos pares” e aprenda a gerenciar conflitos. E por último, pratique o feedback com frequência e lembre-se que primeiro é preciso dar feedback aos seus liderados para depois poder receber, pois seus liderados precisam do seu exemplo da prática do feedback para depois terem a iniciativa e a coragem de dar feedback pra você.
Aqui vai uma dicaduka: O poder vem da capacidade de influenciar e estabelecer credibilidade com subordinados, pares e superiores. Ações direcionadas a um membro da equipe influenciam os demais, afetando a moral e a performance do grupo.

As etapas da construção de uma equipe

O segredo de um grande sucesso está no trabalho de uma grande equipe.
Trabalhar na construção de uma equipe é uma tarefa importante e fundamental para um líder. Muitas vezes percebo uma mistura de comportamentos e ações que dificultam a consolidação dos processos e o comprometimento das pessoas.
Uma definição que gosto sobre equipe é de John Katzenbach, especialista em gestão de pessoas e que foi sócio-sênior na consultoria Mckinsey durante muitos anos, segundo o professor: Equipe é um número pequeno de pessoas, com habilidades complementares, comprometidas com objetivos, metas e abordagens de trabalho comuns, pelos quais se consideram mutuamente responsáveis.
Veja como essa definição sobre equipes pode ser construída e representada em 5 etapas:Formação, Tempestade, Normatização e Performance e Encerramento.
Na etapa de formação tenha foco na inclusão e permita que as pessoas se conheçam e te conheçam. Como líder é recomendável que você encoraje cada um a relatar a trajetória profissional, descrever suas habilidades, seus “causos” de sucessos e você como líder, fale um pouco sobre objetivos da equipe e desafios.
Já na etapa de tempestade os conflitos de ideias e ideais devem ser incentivados. Como líder não queira ser o dono da verdade e permita que as pessoas discordem de você. Lembre-se: um ponto de vista é apenas a vista de um ponto. O comprometimento nasce quando há oportunidades para expor percepções.
A etapa de normatização é o momento em que os papéis e funções precisam ser definidos. Sem dúvida que colocar as pessoas certas na função certa vai exigir uma boa dose de conhecimento sobre os liderados e você como líder deve também, permitir um tempo de acomodação e ser flexível no aprendizado com a equipe. Procure desenvolver abordagens comuns e torne os liderados co-responsáveis por isso.
Os resultados começam a aparecer na fase de performance e com a prática da disciplina e feedback constante. A chave nessa fase é que você como líder reconheça frequentemente as conquistas e esteja próximo para compartilhar novas estratégias e melhorias. Comunique constantemente os objetivos!
Nem toda equipe permanece para sempre junta, às vezes ela pode ter sido construída para um determinado fim e é preciso encerrar as suas atividades. Aqui é importante que o líder e liderados registrem os aprendizados dessa jornada e façam uma celebração e reconheçam os esforços de todos. Nunca se esqueça de que a vaidade é inimiga do espirito de equipe.
Aqui vai uma dicaduka: A confiança é a base de toda equipe e também possui uma premissa básica: ela é doadora. Você não exige que os outros confiem em você. É você quem confia primeiro.

Como você investe a maior parte do seu tempo?

Passe menos tempo no trabalho individual e mais tempo na gestão
Acredito que a melhor forma de conhecer o que um líder prioriza e valoriza é conhecer a sua agenda realizada. Conheço muitos lideres que dizem que o foco é desenvolver pessoas, mas quando examino junto com eles as suas atividades contempladas das suas ultimas semanas de trabalho, se percebe pouco tempo investido no desenvolvimento dos seus diretos como também no seu próprio desenvolvimento.
Faça o teste você mesmo! O exercício a seguir auxilia você a identificar como utiliza seu tempo. Identifique inicialmente quais são suas atividades no dia a dia (coluna atividades), em seguida preencha a coluna % de tempo atual gasto em cada uma destas atividades. Escolha uma semana ou um mês de trabalho e registre o que efetivamente você fez e não o que foi planejado.
  • Rotina: São as atividades rotineiras, operacionais, do seu dia-a-dia, tipo o seu check-list diário;
  • Oportunidade: São as atividades voltadas para identificar oportunidades de melhoria para sua área, como revisão dos processos, análise de produtos existentes e possibilidades de inovação;
  • Desenvolvimento: Atividades dedicadas para autodesenvolvimento e desenvolvimento da equipe;
  • Ativação: Atividades de direcionamento da equipe, motivação e integração;
  • Relacionamento: Atividades para construir vínculos e conhecer melhor os clientes internos e externos.
Na maioria das vezes, o tempo gasto em rotina chega a 60% e em alguns casos até 80%! Por outro lado, o tempo efetivo investido em desenvolvimento e relacionamento quando somado não passam de 15%. Se isso acontece com você, é necessário que invista mais do seu tempo no desenvolvimento dos seus liderados e assim ter mais segurança para delegar o que de fato não é sua responsabilidade ou dar ao seu liderado a chance de aprender fazendo. Cultivar relacionamento é fundamental para a solução de problemas, afinal, o seu sucesso profissional = ao que você sabe X quem você conhece.
Aqui vai uma dicaduka: a médio prazo tente chegar a 20% ou 25% do seu tempo investido no desenvolvimento próprio ou dos seus liderados. A sua prioridade diária é auxiliar a sua equipe a aprender e crescer. Lembre-se: o exemplo não é a melhor forma de liderar, é a única.
O blog do Mochileiro Corporativo chega hoje ao seu post de número 100! Desde 20 de setembro de 2010 tem sido uma honra e um aprendizado escrever nesse espaço. Muito obrigado a você leitor pelos comentários e incentivo. Agradeço também a equipe da Revista Você S/A – Juliana, José Eduardo, Murilo, Lucas, Felipe e Bárbara pela confiança e parceria.

A gente aprende quando age com empenho.

Emergência do poder da aprendizagem pela ação
A aprendizagem pela ação é uma metodologia muito simples que envolve um grupo de pessoas que trabalham com problemas reais e aprendem durante todo o processo. Uma das regras básicas do processo é: você deve perguntar antes de afirmar, ou seja, as afirmações só podem ser feitas em respostas a perguntas. Com o passar do tempo percebi a importância de você não julgar na discussão de um problema e o impacto da colaboração e da preparação na busca de soluções.
A minha experiência com essa técnica começou em 2009 quando a consultoria na qual trabalho, o Laboratório de Negócios – LabSSJ, me presentou com o livro de Michael J. Maruquardt “O poder da aprendizagem pela ação” da Editora Senac Rio. Lembro até hoje, que estava no aeroporto de Congonhas quando comecei a ler o livro e durante todo o voo para Curitiba fiquei hipnotizado pelos depoimentos e resultados da aprendizagem pela ação em resolver problemas reais e ao mesmo tempo desenvolver líderes em tempo real.
São seis os componentes da aprendizagem pela ação: o problema, o grupo, as perguntas, a ação, o aprendizado e o facilitador. Desde julho do ano passado, realizo voluntariamente no Hospital do Coração/São Paulo, sessões mensais de aprendizagem pela ação. Quando os médicos, enfermeiras e o pessoal da administração são convidados pela Área de Inovação do HCor para trazerem seus problemas, são definidas 4 regras bem simples:
  1. Importância: o problema ou questão deve ser significativo e importante para você e/ou sua área e para a organização, ou seja, ele deve fazer parte de seu dia a dia de trabalho;
  2. Urgência: deve ter algum nível de urgência, ou seja, as ações deverão ser desenvolvidas e executadas em um futuro próximo;
  3. Familiaridade: o problema ou questão deve ser de sua total compreensão e deve estar ao seu alcance de atuação;
  4. Autonomia para a implementação de ações: você deve ser capaz e ter autonomia para realizar as ações e solucionar o problema ou questão, portanto, seja simples.
Já tivemos desafios e encontramos alguns caminhos para melhorar a taxa de ocupação dos quartos do hospital, a movimentação do lixo hospitalar e a utilização de unidades móvel para exames cardíacos em regiões de difícil acesso.
A força da aprendizagem pela ação reside na capacidade de transformar o diálogo de falar paraem falar com, e as ações do grupo de discurso em próximos passos.
Aqui vai uma dicaduka: como todo programa de aprendizagem é fundamental que você obtenha apoio da alta administração.

Se grito resolvesse, o porco não morreria

A empatia é uma atitude eficiente para harmonizar um conflito.
Como professor e consultor há 20 anos, percebo cada vez mais uma dificuldade relatada e identificada em diferentes conversas e avaliações: a capacidade de gerenciar conflitos. Quando surge um conflito é quase a mesma sensação de um “café ruim” e muitos executivos não se dão conta de que o uso da empatia é necessário nessa hora. A maioria acredita ter apenas duas escolhas: ignorar o assunto (jogar fora o café) ou confrontar os envolvidos (fazer o café descer goela abaixo). A empatia envolve compreender uma pessoa a partir do quadro de referência dela e não do próprio. Praticar a empatia nos conflitos pode ajudá-lo a trazer de volta um clima bom e também, a harmonia. Lembre-se, não é possível manifestar empatia sem que você perceba e compreenda as suas próprias emoções primeiro, portanto quanto melhor a seu autoconhecimento, maior a possibilidade de leitura do sentimento do outro e daí uma melhoria na qualidade da relação.
Veja 3 comportamentos bem comuns nos relacionamentos profissionais, que talvez você já tenha vivenciado, e alguns caminhos para tornar mais saudável e, por que não dizer, mais saborosa a relação.
Comportamento observado: Agressividade e rudeza
Se você estiver sob ataque de agressividade e rudeza, provavelmente é porque essa pessoa o considerou parte do problema e deseja eliminar o obstáculo que você representa. Nesta situação, sua meta deve ser impor respeito.
  • Mantenha sua posição: Fique firme e não se engaje nem no ataque, nem na defesa.
  • Se precisar, interrompa o ataque: Repita continuamente o nome da pessoa até que você prenda sua atenção, tomando o cuidado de manter sua voz sempre um pouco mais baixa que a dele.
  • Reafirme: Conseguida a atenção, repita de maneira muito sucinta o que ele disse.
  • Concentre-se na síntese do problema: Se estiverem do mesmo lado: “Estou aqui para ajudá-lo a resolver a questão”!
  • Pense em uma saída honrosa: Quando você estiver pronto para falar com respeito, quero ouvir o que você tem a dizer.
Comportamento observado: Explosividade inesperada
Acessos repentinos de fúria e raiva, geralmente desproporcionais às circunstâncias. Se você já passou pela experiência de perder o controle, sabe como isso pode ser humilhante para si mesmo.
  • Prenda a atenção dele: Esta é uma das poucas situações em que você precisa falar mais alto do que quem está manifestando o comportamento indesejável. Fale o nome dele bem alto, mas num tom que demonstre interesse e não raiva.
  • Foque no coração: Mostre sua verdadeira preocupação quando falar e também escute com atenção, apesar da situação constrangedora. Quando tocar seu coração, você verá como a pessoa esfria rapidamente.
  • Reduza a intensidade e dê uma pausa: Agora é a hora de reduzir o volume da voz e de dar uma pausa para as coisas esfriarem.
Comportamento observado: Quando a pessoa discorda de tudo
Sempre (e invariavelmente) fala ‘não’ a toda e qualquer idéia ou argumento utilizado. Acaba desencorajando quem está à sua volta.
  • Deixe fluir: A pior coisa que você pode fazer é tentar convencê-la de que as coisas não são tão ruins quanto ela pensa que são.
  • Faça do limão uma limonada: Em meio a toda aquela negatividade, frequentemente há muita informação verdadeira.
  • Deixe a porta aberta: Dê o tempo necessário à pessoa e mantenha a porta aberta para que ela avise quando estiver pronta para tocar adiante o projeto.
  • Use o efeito espelho: De vez em quando você pode criar cenários de pior hipótese antes que ela o faça.
  • Agradeça sua boa intenção: Obrigado por nos mostrar os problemas, para que possamos descobrir as soluções.
Aqui vai uma dicaduka É difícil mudar de ponto de vista em um conflito. Isto é, geralmente, devido a que não estamos tão interessados em resolvê-lo como em ter razão. Pratique a empatia, faça do conflito uma oportunidade para treinar a sua sabedoria e depois, aprecie um bom café e celebre a vida! Afinal de contas, a vida é muito curta para tomar cafés ruins.

As pessoas abrem mão do seu poder por não tentar

Se você não gosta das noticias, saia e produza alguma você mesmo.
Se você está numa posição de liderança é preciso que esteja preparado para o poder. A prática de liderar requer poder e para ter efeito o poder precisa ser exercido. Muitas pessoas abrem mão do seu poder por não tentar. O grande obstáculo para adquirir poder, acredite ou não, é você. Enquanto continuar pensando que o mundo é um lugar justo, você estará mais distante do poder. Pela própria formação, educação ou religião, acreditamos que recebemos o que merecemos ou, que se fizermos um bom trabalho e se nos comportarmos de forma apropriada as coisas acontecerão por si só. Na prática a realidade é outra e, a hipótese do mundo justo deixa muitas pessoas na posição de líder estagnadas. Lembre-se: Você precisa reivindicar o poder e não fazer coisas que o afastem de você.
Como toda habilidade, só existe uma maneira de se tornar mais eficiente na construção do poder e no uso da influência: praticando. Segundo Jeffrey Pfeffer, professor da Universidade de Stanford e autor do livro Poder: por que alguns têm da editora Best Business, são duas dimensões pessoais fundamentais e cada uma delas com as suas respectivas qualidades:
Desejo: o impulso para enfrentar grandes desafios e suas qualidades:
  • Ambição
  • Energia
  • Foco
Habilidade: a capacidade exigida para transformar a ambição em realização e suas respectivas qualidades
  • Autoconhecimento e mentalidade reflexiva
  • Segurança e capacidade de projetar autoconfiança
  • Capacidade de ler os outros e ter empatia com o ponto de vista deles
  • Capacidade de tolerar conflitos
Das 7 qualidades, quais são as mais presentes nas suas relações? Qual delas você é mais eficiente na sua utilização? Seja honesto em relação a seus pontos fortes, fracos e suas preferências.
Aqui vai uma dicaduka: Seja realista em relação aos riscos políticos, não apenas para você, mas para as pessoas às quais está vinculado, se quiser construir uma trilha para o poder.
Depois de 3 anos no site da Você S/A o blog Mochileiro Corporativo começa uma nova fase fazendo parte da Rede Exame de Blogs. Obrigado pela confiança, oportundiade e parceria da equipe da Revista Você S/A e desejo muito aprendizado e desenvolvimento aos novos leitores.

Forme seus próprios líderes

Desenvolva uma sucessão estratégica e construa um time de sucesso
Contratar um sujeito talentoso do mercado é uma boa tática, mas se isso é a sua estratégia… cuidado! Não importa o tamanho da sua organização, todo lidere precisa auxiliar e desenvolver o seu liderado. Essa responsabilidade não é do RH! Cada vez mais os líderes estão percebendo que um diferencial competitivo de uma empresa é a sua capacidade de formar novos líderes. Um olhar interessante sobre esse tema: Desenvolvimento da Liderança; é o que propõe Ram Charan no livro Pipeline de Liderança (2ª edição – Coleção LabSSJ; Editora Campus.
Através de um modelo conceitual com 6 passagens em 3 dimensões, o consultor indiano e coach de Jack Welch por 20 anos, Ram Charan acredita que a busca de uma uniformidade da avaliação e sua aplicação no lado humano do negócio, possibilita um efeito positivo sobre a liderança. Conhecer o que cada líder precisa “saber fazer”, como deve administrar o seu tempo e qual deve ser seu o foco de energia diária, essa é a essência do livro. O pipeline de Liderança permite identificar futuros líderes, avaliar suas competências, planejar sua evolução e medir resultados, norteando as ações das organizações e construindo um time alinhado em todos os níveis da empresa.
A chave para conscientizar o líder sobre o seu papel dentro da estrutura do pipeline:
São 3 ações: A primeira é solicitar um relato sobre o seu último mês de trabalho. Dentro de 5 atividades (rotina, oportunidade, desenvolvimento, ativação e relacionamento) como ele divide o tempo de trabalho das suas 4 últimas semanas. Na maioria das vezes, o tempo gasto na rotina é quase 80% das horas semanais, sobrando pouco ou quase nada de tempo para desenvolver a si mesmo a sua equipe e investir mais tempo na construção de relacionamentos.
A segunda ação é perguntar: Quais são as capacidades requeridas para realizar as suas responsabilidades? Ou de outra forma, O que você precisa saber fazer no cargo que está na empresa? Essa resposta identifica as principais habilidades daquele líder dentro da estrutura da empresa e possibilita comparar com as habilidades necessárias para exercer a plenitude daquela função. Aqui é importante que a empresa tenha um descritivo de competências para os seus diferentes cargos. Muitas vezes o líder acredita que faz coisas que são de sua responsabilidade, mas na verdade são do seu liderado.
E por último, descobrir o que ele mais prioriza na sua responsabilidade, ou seja, o que é o seu foco de energia diário? Quais são os seus principais interesses?
Comece a pensar em termos de requisitos para cada passagem do Pipeline de Liderança, aconselha Ram Charan, e ajude os seus lideres a se fortalecerem emocionalmente à medida que vão assumindo responsabilidades mais complexas  e abrangentes.
Aqui vai uma dicaduka: Semana que vem nos dias 8 e 9 de abril eu serei o facilitador de um curso sobre os principais conceitos do Livro Pipeline de Liderança. Veja o linkhttp://www.labedu.com.br/pages/pipeline-de-lideranca e quem sabe eu te encontro lá.

Qualquer um pode aprimorar a sua resiliência.

Não se aprende resiliência pela via da compreensão, e sim pela prática.
Resiliência deriva do latim resilientia, do verbo resilio (re + salio) que significa “saltar para trás”, recuperar-se, voltar ao “normal”. Emprestado da engenharia e da física há quase 50 anos, o termo resiliência foi adotado pela psicologia, referindo-se a uma habilidade de recuperação após situações estressantes, crises ou períodos de muita pressão.
A resiliência é uma competência que pode ser aprendida mediante esforço disciplinado e sistemático. Somos muito mais suscetíveis a perdas do que a ganhos, portanto a resiliência é ativada muito mais nos aspectos negativos que positivos. Ser líder é uma oportunidade para enfrentar, sobrepor-se e sair fortalecido ou transformado por experiências de adversidade.
Quanto mais apreendermos as situações que causam maior estresse, mais poderemos nos preparar para ter nelas um enfrentamento efetivo. Com isso, nossa vulnerabilidade a certos estressores tendem a cair – no médio prazo, isso resulta em mais autoconfiança, e um novo padrão de comportamento será consolidado. Aqui cabe uma reflexão: Quais são as situações do dia a dia que o tiram do sério? Como você lida com sucessos e fracassos? Você consegue preservar o bem-estar em momentos de pressão?Segundo o Professor Paulo Yazigi Sabbag, autor do livro Resiliência da Negócio Editora, são 9 os fatores associados à resiliência de adultos:
  1. Autoeficácia e autoconfiançaconfiar na qualidade da execução;
  2. Otimismo aprendidocapacidade de contrapor emoções positivas às negativas;
  3. Temperançamanter a serenidade ou frieza em momentos de pressão;
  4. Empatiacapacidade de se colocar no lugar do outro;
  5. Competência socialsaber articular apoio dos outros nas situações adversas:
  6. Proatividadeter iniciativa mesmo em situações de risco e incertezas;
  7. Flexibilidade mentalser mais tolerante em momentos de ambiguidades;
  8. Solução de problemasbuscar uma visão mais prática nas situações;
  9. Tenacidadepossuir uma resistência física e mental.
Aqui vai uma dicaduka: O autodesenvolvimento é o caminho para enfrentar e superar os comportamentos de baixa resiliência. Tenha emoções positivas, pratique a flexibilidade cognitiva, busque apoio social, descubra o seu propósito e seja protagonista das suas escolhas; essas são formas de aprimorar a sua resiliência.
Tem um verso de Guimarães Rosa que expressa bem a questão da Resiliência nosso dia a dia e na semana passada me lembrei dele:
“O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”.