Bem vindo ao site de Rhuan Pedroza

Quem é, o que faz, como vive, sua história, novidades, aquisições, cotidiano, empresas e festas. Uma biografia viva. Divirta-se lendo!!

A força e a liderança jovem por trás da expansão da marca Pedroza por todo mundo

Rhuan Pedroza e CEO e presidente do Grupo Pedroza, uma das maiores empresas privada do Brasil.

Um empresário que foi capaz de se reinventar

Em suas mãos, a tarefa de fazer do Grupo Pedroza um sucesso de organização foi bem-sucedida.

Um talento acima da média nos negócios

Sabedoria em gestão de pessoas é o segredo de seu crescente sucesso.

sábado, 15 de junho de 2013

Quando perco tempo, eu ganho tempo.

Tire um tempo…para ir mais devagar
A correria do dia a dia somada pelas facilidades tecnológicas faz com que o líder tenha que arranjar um tempo pra tudo e com isso acaba faltando um tempo para ele. A aceleração, a fragmentação e, sobretudo, a compressão do tempo fazem que não seja mais possível administrar a agenda da vida do Líder. O desafio aqui é rever a percepção do tempo e aprender a ir mais devagar para novamente, sermos capazes de levar a vida com mais vida!
Outro ponto interessante é a forma com que as pessoas se referem ao tempo e, entre parênteses, uma reflexão sobre a sua relação com o tempo. Veja em qual das frases abaixo se parece com a sua fala do dia a dia:
O tempo é meu inimigo…. (talvez você passe o tempo lutando contra o relógio)
O tempo é meu escravo… (talvez você queira ser o dono do tempo)
O tempo é neutro… (talvez você considere o tempo como um recurso pessoal)
O tempo é o meu árbitro… (talvez você considere o tempo como um juiz)
O tempo é o meu mestre… (talvez você delegue ao tempo as suas decisões)
O tempo é um mistério… (talvez você situe o tempo fora da sua consciência)
Aqui temos 25 dicadukas para você aprender e tentar desacelerar o seu ritmo e retomar um curso de vida mais saudável e humano:
  1. Torne os seus gestos mais lentos
  2. Fique mais 10 minutos na cama pela manhã
  3. Saia 15 minutos mais cedo
  4. Faça apenas uma coisa de cada vez
  5. Escute o seu tempo interior
  6. Esqueça seu relógio de pulso
  7. Desligue a televisão por um dia
  8. Tome um banho quente demorado
  9. De uma pequena caminhada de 15 minutos
  10. Não vá fazer compras no supermercado
  11. Escute os outros
  12. Conceda uma pausa a si mesmo
  13. Saboreie o que você está comendo
  14. Não faça nada por 20 minutos
  15. Invente um ritual
  16. Quebre a sua rotina
  17. Respire profundamente e por varias vezes
  18. Peça ajuda quando não souber fazer
  19. Ofereça a si mesmo uma massagem
  20. Desligue seu celular
  21. Tenha um espaço só seu
  22. Isole-se por uma tarde
  23. Tire um cochilo após o almoço
  24. De uma volta pelo bairro sem um roteiro definido
  25. Plante um jardim e cuide dele

Espelho, espelho meu, que líder sou eu?

Ter todas as respostas importa menos do que saber o que perguntar
Todo líder passa por altos e baixos na carreira. Muitas vezes ele só para e pensa como as coisas vão indo quando já está dentro de um furacão e nessas condições a busca de uma saída é um pouco mais difícil. Convido você leitor e líder, a refletir um pouco sobre algumas perguntas que tenho usado nos meus encontros com lideres de diversos calibres e sempre com objetivo de gerar uma reflexão e daí um aprendizado.
As perguntas sempre serão mais poderosas do que as afirmações quando o assunto em pauta é a solução de problemas e o desenvolvimento pessoal. As perguntas ajudam o líder a reconhecer e reorganizar seu conhecimento e visualizar com mais clareza as perspectivas. As perguntas mais difíceis fazem o líder pensar e refletir sobre como anda seu desempenho e, principalmente, o que é necessário mudar.
Acredito que todo líder deve se fazer regularmente essas 10 perguntas. Lembre-se que aqui não há uma resposta certa e sim, uma oportunidade para melhorar e crescer.
  1. Como tenho gasto o meu tempo?
  2. Tenho constantemente comunicando a visão da empresa e as nossas prioridades? Se o meu pessoal fosse questionado, eles seriam capazes de articular essa visão e essas prioridades?
  3. Estou atento a mudanças no ambiente de negócios que exigiriam mudanças no modo como organizamos e tocamos a empresa?
  4. Meu estilo de liderança reflete quem de fato sou?
  5. Como me comporto sob pressão, e que sinais transmito a minha equipe?
  6. Sou suficientemente assertivo, ou virei um líder hesitante?
  7. Forneço ao meu pessoal um feedback construtivo, direto, no momento oportuno?
  8. Conto com cinco ou seis subordinados capazes de me dizer aquilo que preciso ouvir, por mais desagradável que seja?
  9. Defini, ainda que apenas para mim, um ou mais potenciais sucessores?
  10. Minha definição de líder reflete minhas ações diárias?
Aqui vai uma dicaduka: ter respostas em geral é muito menos importante do que fazer, a si mesmo, as perguntas certas – e produzir insights reveladores. Um processo de autoquestionamento conduzido regularmente vai ajudá-lo a enfrentar desafios e dilemas característicos ao dia a dia de um líder.

Quando for a sua 1ª vez como Líder…

Saiba que 60% dos novos líderes falham nos 2 primeiros anos
A notícia chega de uma forma inesquecível, o gerente te chama em uma sala e diz que com base nos seus resultados e na expansão dos negócios você é o novo coordenador dos analistas. Sua vontade é abraçar o gerente, ligar para a sua esposa/marido agradecer e contar que você conseguiu a tão sonhada promoção, agendar um bom churrasco para o domingo com os familiares e amigos e, na segunda-feira sua vida profissional inicia uma etapa que será determinante para o seu sucesso profissional.
Muitos líderes de 1ª viagem acreditam que agora a sua autoridade e liberdade irão garantir que as coisas de fato aconteçam no setor. Com o passar do tempo, percebem que obediência não é sinônimo de comprometimento e que controlar pode ser tão arriscado como querer segurar um salmão que salta e luta contra a correnteza de um rio.
Na minha experiência com lideres novatos, percebo o apego as tarefas operacionais (que ele tanto fazia bem e tinha reconhecimento), uma preocupação em falar muito com as pessoas da equipe e uma boa parcela do tempo investido em ações de rotina. É necessário que eles mudem o foco de tarefas para pessoas, de falar para ouvir os seus liderados e garantir formas de engajar as pessoas e delegar as tarefas antigas.
O que fazer? A primeira ação sua como novo líder é ajustar a expectativa do seu chefe com a sua, ou seja, tenha clareza sobre as suas atribuições e os resultados esperados por ele. Livre-se das tarefas operacionais ou de rotina e invista um tempo em conhecer as pessoasda sua equipe. Dedique-se também a construir relacionamentos com seus “novos pares” e aprenda a gerenciar conflitos. E por último, pratique o feedback com frequência e lembre-se que primeiro é preciso dar feedback aos seus liderados para depois poder receber, pois seus liderados precisam do seu exemplo da prática do feedback para depois terem a iniciativa e a coragem de dar feedback pra você.
Aqui vai uma dicaduka: O poder vem da capacidade de influenciar e estabelecer credibilidade com subordinados, pares e superiores. Ações direcionadas a um membro da equipe influenciam os demais, afetando a moral e a performance do grupo.

As etapas da construção de uma equipe

O segredo de um grande sucesso está no trabalho de uma grande equipe.
Trabalhar na construção de uma equipe é uma tarefa importante e fundamental para um líder. Muitas vezes percebo uma mistura de comportamentos e ações que dificultam a consolidação dos processos e o comprometimento das pessoas.
Uma definição que gosto sobre equipe é de John Katzenbach, especialista em gestão de pessoas e que foi sócio-sênior na consultoria Mckinsey durante muitos anos, segundo o professor: Equipe é um número pequeno de pessoas, com habilidades complementares, comprometidas com objetivos, metas e abordagens de trabalho comuns, pelos quais se consideram mutuamente responsáveis.
Veja como essa definição sobre equipes pode ser construída e representada em 5 etapas:Formação, Tempestade, Normatização e Performance e Encerramento.
Na etapa de formação tenha foco na inclusão e permita que as pessoas se conheçam e te conheçam. Como líder é recomendável que você encoraje cada um a relatar a trajetória profissional, descrever suas habilidades, seus “causos” de sucessos e você como líder, fale um pouco sobre objetivos da equipe e desafios.
Já na etapa de tempestade os conflitos de ideias e ideais devem ser incentivados. Como líder não queira ser o dono da verdade e permita que as pessoas discordem de você. Lembre-se: um ponto de vista é apenas a vista de um ponto. O comprometimento nasce quando há oportunidades para expor percepções.
A etapa de normatização é o momento em que os papéis e funções precisam ser definidos. Sem dúvida que colocar as pessoas certas na função certa vai exigir uma boa dose de conhecimento sobre os liderados e você como líder deve também, permitir um tempo de acomodação e ser flexível no aprendizado com a equipe. Procure desenvolver abordagens comuns e torne os liderados co-responsáveis por isso.
Os resultados começam a aparecer na fase de performance e com a prática da disciplina e feedback constante. A chave nessa fase é que você como líder reconheça frequentemente as conquistas e esteja próximo para compartilhar novas estratégias e melhorias. Comunique constantemente os objetivos!
Nem toda equipe permanece para sempre junta, às vezes ela pode ter sido construída para um determinado fim e é preciso encerrar as suas atividades. Aqui é importante que o líder e liderados registrem os aprendizados dessa jornada e façam uma celebração e reconheçam os esforços de todos. Nunca se esqueça de que a vaidade é inimiga do espirito de equipe.
Aqui vai uma dicaduka: A confiança é a base de toda equipe e também possui uma premissa básica: ela é doadora. Você não exige que os outros confiem em você. É você quem confia primeiro.

Como você investe a maior parte do seu tempo?

Passe menos tempo no trabalho individual e mais tempo na gestão
Acredito que a melhor forma de conhecer o que um líder prioriza e valoriza é conhecer a sua agenda realizada. Conheço muitos lideres que dizem que o foco é desenvolver pessoas, mas quando examino junto com eles as suas atividades contempladas das suas ultimas semanas de trabalho, se percebe pouco tempo investido no desenvolvimento dos seus diretos como também no seu próprio desenvolvimento.
Faça o teste você mesmo! O exercício a seguir auxilia você a identificar como utiliza seu tempo. Identifique inicialmente quais são suas atividades no dia a dia (coluna atividades), em seguida preencha a coluna % de tempo atual gasto em cada uma destas atividades. Escolha uma semana ou um mês de trabalho e registre o que efetivamente você fez e não o que foi planejado.
  • Rotina: São as atividades rotineiras, operacionais, do seu dia-a-dia, tipo o seu check-list diário;
  • Oportunidade: São as atividades voltadas para identificar oportunidades de melhoria para sua área, como revisão dos processos, análise de produtos existentes e possibilidades de inovação;
  • Desenvolvimento: Atividades dedicadas para autodesenvolvimento e desenvolvimento da equipe;
  • Ativação: Atividades de direcionamento da equipe, motivação e integração;
  • Relacionamento: Atividades para construir vínculos e conhecer melhor os clientes internos e externos.
Na maioria das vezes, o tempo gasto em rotina chega a 60% e em alguns casos até 80%! Por outro lado, o tempo efetivo investido em desenvolvimento e relacionamento quando somado não passam de 15%. Se isso acontece com você, é necessário que invista mais do seu tempo no desenvolvimento dos seus liderados e assim ter mais segurança para delegar o que de fato não é sua responsabilidade ou dar ao seu liderado a chance de aprender fazendo. Cultivar relacionamento é fundamental para a solução de problemas, afinal, o seu sucesso profissional = ao que você sabe X quem você conhece.
Aqui vai uma dicaduka: a médio prazo tente chegar a 20% ou 25% do seu tempo investido no desenvolvimento próprio ou dos seus liderados. A sua prioridade diária é auxiliar a sua equipe a aprender e crescer. Lembre-se: o exemplo não é a melhor forma de liderar, é a única.
O blog do Mochileiro Corporativo chega hoje ao seu post de número 100! Desde 20 de setembro de 2010 tem sido uma honra e um aprendizado escrever nesse espaço. Muito obrigado a você leitor pelos comentários e incentivo. Agradeço também a equipe da Revista Você S/A – Juliana, José Eduardo, Murilo, Lucas, Felipe e Bárbara pela confiança e parceria.

A gente aprende quando age com empenho.

Emergência do poder da aprendizagem pela ação
A aprendizagem pela ação é uma metodologia muito simples que envolve um grupo de pessoas que trabalham com problemas reais e aprendem durante todo o processo. Uma das regras básicas do processo é: você deve perguntar antes de afirmar, ou seja, as afirmações só podem ser feitas em respostas a perguntas. Com o passar do tempo percebi a importância de você não julgar na discussão de um problema e o impacto da colaboração e da preparação na busca de soluções.
A minha experiência com essa técnica começou em 2009 quando a consultoria na qual trabalho, o Laboratório de Negócios – LabSSJ, me presentou com o livro de Michael J. Maruquardt “O poder da aprendizagem pela ação” da Editora Senac Rio. Lembro até hoje, que estava no aeroporto de Congonhas quando comecei a ler o livro e durante todo o voo para Curitiba fiquei hipnotizado pelos depoimentos e resultados da aprendizagem pela ação em resolver problemas reais e ao mesmo tempo desenvolver líderes em tempo real.
São seis os componentes da aprendizagem pela ação: o problema, o grupo, as perguntas, a ação, o aprendizado e o facilitador. Desde julho do ano passado, realizo voluntariamente no Hospital do Coração/São Paulo, sessões mensais de aprendizagem pela ação. Quando os médicos, enfermeiras e o pessoal da administração são convidados pela Área de Inovação do HCor para trazerem seus problemas, são definidas 4 regras bem simples:
  1. Importância: o problema ou questão deve ser significativo e importante para você e/ou sua área e para a organização, ou seja, ele deve fazer parte de seu dia a dia de trabalho;
  2. Urgência: deve ter algum nível de urgência, ou seja, as ações deverão ser desenvolvidas e executadas em um futuro próximo;
  3. Familiaridade: o problema ou questão deve ser de sua total compreensão e deve estar ao seu alcance de atuação;
  4. Autonomia para a implementação de ações: você deve ser capaz e ter autonomia para realizar as ações e solucionar o problema ou questão, portanto, seja simples.
Já tivemos desafios e encontramos alguns caminhos para melhorar a taxa de ocupação dos quartos do hospital, a movimentação do lixo hospitalar e a utilização de unidades móvel para exames cardíacos em regiões de difícil acesso.
A força da aprendizagem pela ação reside na capacidade de transformar o diálogo de falar paraem falar com, e as ações do grupo de discurso em próximos passos.
Aqui vai uma dicaduka: como todo programa de aprendizagem é fundamental que você obtenha apoio da alta administração.

Se grito resolvesse, o porco não morreria

A empatia é uma atitude eficiente para harmonizar um conflito.
Como professor e consultor há 20 anos, percebo cada vez mais uma dificuldade relatada e identificada em diferentes conversas e avaliações: a capacidade de gerenciar conflitos. Quando surge um conflito é quase a mesma sensação de um “café ruim” e muitos executivos não se dão conta de que o uso da empatia é necessário nessa hora. A maioria acredita ter apenas duas escolhas: ignorar o assunto (jogar fora o café) ou confrontar os envolvidos (fazer o café descer goela abaixo). A empatia envolve compreender uma pessoa a partir do quadro de referência dela e não do próprio. Praticar a empatia nos conflitos pode ajudá-lo a trazer de volta um clima bom e também, a harmonia. Lembre-se, não é possível manifestar empatia sem que você perceba e compreenda as suas próprias emoções primeiro, portanto quanto melhor a seu autoconhecimento, maior a possibilidade de leitura do sentimento do outro e daí uma melhoria na qualidade da relação.
Veja 3 comportamentos bem comuns nos relacionamentos profissionais, que talvez você já tenha vivenciado, e alguns caminhos para tornar mais saudável e, por que não dizer, mais saborosa a relação.
Comportamento observado: Agressividade e rudeza
Se você estiver sob ataque de agressividade e rudeza, provavelmente é porque essa pessoa o considerou parte do problema e deseja eliminar o obstáculo que você representa. Nesta situação, sua meta deve ser impor respeito.
  • Mantenha sua posição: Fique firme e não se engaje nem no ataque, nem na defesa.
  • Se precisar, interrompa o ataque: Repita continuamente o nome da pessoa até que você prenda sua atenção, tomando o cuidado de manter sua voz sempre um pouco mais baixa que a dele.
  • Reafirme: Conseguida a atenção, repita de maneira muito sucinta o que ele disse.
  • Concentre-se na síntese do problema: Se estiverem do mesmo lado: “Estou aqui para ajudá-lo a resolver a questão”!
  • Pense em uma saída honrosa: Quando você estiver pronto para falar com respeito, quero ouvir o que você tem a dizer.
Comportamento observado: Explosividade inesperada
Acessos repentinos de fúria e raiva, geralmente desproporcionais às circunstâncias. Se você já passou pela experiência de perder o controle, sabe como isso pode ser humilhante para si mesmo.
  • Prenda a atenção dele: Esta é uma das poucas situações em que você precisa falar mais alto do que quem está manifestando o comportamento indesejável. Fale o nome dele bem alto, mas num tom que demonstre interesse e não raiva.
  • Foque no coração: Mostre sua verdadeira preocupação quando falar e também escute com atenção, apesar da situação constrangedora. Quando tocar seu coração, você verá como a pessoa esfria rapidamente.
  • Reduza a intensidade e dê uma pausa: Agora é a hora de reduzir o volume da voz e de dar uma pausa para as coisas esfriarem.
Comportamento observado: Quando a pessoa discorda de tudo
Sempre (e invariavelmente) fala ‘não’ a toda e qualquer idéia ou argumento utilizado. Acaba desencorajando quem está à sua volta.
  • Deixe fluir: A pior coisa que você pode fazer é tentar convencê-la de que as coisas não são tão ruins quanto ela pensa que são.
  • Faça do limão uma limonada: Em meio a toda aquela negatividade, frequentemente há muita informação verdadeira.
  • Deixe a porta aberta: Dê o tempo necessário à pessoa e mantenha a porta aberta para que ela avise quando estiver pronta para tocar adiante o projeto.
  • Use o efeito espelho: De vez em quando você pode criar cenários de pior hipótese antes que ela o faça.
  • Agradeça sua boa intenção: Obrigado por nos mostrar os problemas, para que possamos descobrir as soluções.
Aqui vai uma dicaduka É difícil mudar de ponto de vista em um conflito. Isto é, geralmente, devido a que não estamos tão interessados em resolvê-lo como em ter razão. Pratique a empatia, faça do conflito uma oportunidade para treinar a sua sabedoria e depois, aprecie um bom café e celebre a vida! Afinal de contas, a vida é muito curta para tomar cafés ruins.

As pessoas abrem mão do seu poder por não tentar

Se você não gosta das noticias, saia e produza alguma você mesmo.
Se você está numa posição de liderança é preciso que esteja preparado para o poder. A prática de liderar requer poder e para ter efeito o poder precisa ser exercido. Muitas pessoas abrem mão do seu poder por não tentar. O grande obstáculo para adquirir poder, acredite ou não, é você. Enquanto continuar pensando que o mundo é um lugar justo, você estará mais distante do poder. Pela própria formação, educação ou religião, acreditamos que recebemos o que merecemos ou, que se fizermos um bom trabalho e se nos comportarmos de forma apropriada as coisas acontecerão por si só. Na prática a realidade é outra e, a hipótese do mundo justo deixa muitas pessoas na posição de líder estagnadas. Lembre-se: Você precisa reivindicar o poder e não fazer coisas que o afastem de você.
Como toda habilidade, só existe uma maneira de se tornar mais eficiente na construção do poder e no uso da influência: praticando. Segundo Jeffrey Pfeffer, professor da Universidade de Stanford e autor do livro Poder: por que alguns têm da editora Best Business, são duas dimensões pessoais fundamentais e cada uma delas com as suas respectivas qualidades:
Desejo: o impulso para enfrentar grandes desafios e suas qualidades:
  • Ambição
  • Energia
  • Foco
Habilidade: a capacidade exigida para transformar a ambição em realização e suas respectivas qualidades
  • Autoconhecimento e mentalidade reflexiva
  • Segurança e capacidade de projetar autoconfiança
  • Capacidade de ler os outros e ter empatia com o ponto de vista deles
  • Capacidade de tolerar conflitos
Das 7 qualidades, quais são as mais presentes nas suas relações? Qual delas você é mais eficiente na sua utilização? Seja honesto em relação a seus pontos fortes, fracos e suas preferências.
Aqui vai uma dicaduka: Seja realista em relação aos riscos políticos, não apenas para você, mas para as pessoas às quais está vinculado, se quiser construir uma trilha para o poder.
Depois de 3 anos no site da Você S/A o blog Mochileiro Corporativo começa uma nova fase fazendo parte da Rede Exame de Blogs. Obrigado pela confiança, oportundiade e parceria da equipe da Revista Você S/A e desejo muito aprendizado e desenvolvimento aos novos leitores.

Forme seus próprios líderes

Desenvolva uma sucessão estratégica e construa um time de sucesso
Contratar um sujeito talentoso do mercado é uma boa tática, mas se isso é a sua estratégia… cuidado! Não importa o tamanho da sua organização, todo lidere precisa auxiliar e desenvolver o seu liderado. Essa responsabilidade não é do RH! Cada vez mais os líderes estão percebendo que um diferencial competitivo de uma empresa é a sua capacidade de formar novos líderes. Um olhar interessante sobre esse tema: Desenvolvimento da Liderança; é o que propõe Ram Charan no livro Pipeline de Liderança (2ª edição – Coleção LabSSJ; Editora Campus.
Através de um modelo conceitual com 6 passagens em 3 dimensões, o consultor indiano e coach de Jack Welch por 20 anos, Ram Charan acredita que a busca de uma uniformidade da avaliação e sua aplicação no lado humano do negócio, possibilita um efeito positivo sobre a liderança. Conhecer o que cada líder precisa “saber fazer”, como deve administrar o seu tempo e qual deve ser seu o foco de energia diária, essa é a essência do livro. O pipeline de Liderança permite identificar futuros líderes, avaliar suas competências, planejar sua evolução e medir resultados, norteando as ações das organizações e construindo um time alinhado em todos os níveis da empresa.
A chave para conscientizar o líder sobre o seu papel dentro da estrutura do pipeline:
São 3 ações: A primeira é solicitar um relato sobre o seu último mês de trabalho. Dentro de 5 atividades (rotina, oportunidade, desenvolvimento, ativação e relacionamento) como ele divide o tempo de trabalho das suas 4 últimas semanas. Na maioria das vezes, o tempo gasto na rotina é quase 80% das horas semanais, sobrando pouco ou quase nada de tempo para desenvolver a si mesmo a sua equipe e investir mais tempo na construção de relacionamentos.
A segunda ação é perguntar: Quais são as capacidades requeridas para realizar as suas responsabilidades? Ou de outra forma, O que você precisa saber fazer no cargo que está na empresa? Essa resposta identifica as principais habilidades daquele líder dentro da estrutura da empresa e possibilita comparar com as habilidades necessárias para exercer a plenitude daquela função. Aqui é importante que a empresa tenha um descritivo de competências para os seus diferentes cargos. Muitas vezes o líder acredita que faz coisas que são de sua responsabilidade, mas na verdade são do seu liderado.
E por último, descobrir o que ele mais prioriza na sua responsabilidade, ou seja, o que é o seu foco de energia diário? Quais são os seus principais interesses?
Comece a pensar em termos de requisitos para cada passagem do Pipeline de Liderança, aconselha Ram Charan, e ajude os seus lideres a se fortalecerem emocionalmente à medida que vão assumindo responsabilidades mais complexas  e abrangentes.
Aqui vai uma dicaduka: Semana que vem nos dias 8 e 9 de abril eu serei o facilitador de um curso sobre os principais conceitos do Livro Pipeline de Liderança. Veja o linkhttp://www.labedu.com.br/pages/pipeline-de-lideranca e quem sabe eu te encontro lá.

Qualquer um pode aprimorar a sua resiliência.

Não se aprende resiliência pela via da compreensão, e sim pela prática.
Resiliência deriva do latim resilientia, do verbo resilio (re + salio) que significa “saltar para trás”, recuperar-se, voltar ao “normal”. Emprestado da engenharia e da física há quase 50 anos, o termo resiliência foi adotado pela psicologia, referindo-se a uma habilidade de recuperação após situações estressantes, crises ou períodos de muita pressão.
A resiliência é uma competência que pode ser aprendida mediante esforço disciplinado e sistemático. Somos muito mais suscetíveis a perdas do que a ganhos, portanto a resiliência é ativada muito mais nos aspectos negativos que positivos. Ser líder é uma oportunidade para enfrentar, sobrepor-se e sair fortalecido ou transformado por experiências de adversidade.
Quanto mais apreendermos as situações que causam maior estresse, mais poderemos nos preparar para ter nelas um enfrentamento efetivo. Com isso, nossa vulnerabilidade a certos estressores tendem a cair – no médio prazo, isso resulta em mais autoconfiança, e um novo padrão de comportamento será consolidado. Aqui cabe uma reflexão: Quais são as situações do dia a dia que o tiram do sério? Como você lida com sucessos e fracassos? Você consegue preservar o bem-estar em momentos de pressão?Segundo o Professor Paulo Yazigi Sabbag, autor do livro Resiliência da Negócio Editora, são 9 os fatores associados à resiliência de adultos:
  1. Autoeficácia e autoconfiançaconfiar na qualidade da execução;
  2. Otimismo aprendidocapacidade de contrapor emoções positivas às negativas;
  3. Temperançamanter a serenidade ou frieza em momentos de pressão;
  4. Empatiacapacidade de se colocar no lugar do outro;
  5. Competência socialsaber articular apoio dos outros nas situações adversas:
  6. Proatividadeter iniciativa mesmo em situações de risco e incertezas;
  7. Flexibilidade mentalser mais tolerante em momentos de ambiguidades;
  8. Solução de problemasbuscar uma visão mais prática nas situações;
  9. Tenacidadepossuir uma resistência física e mental.
Aqui vai uma dicaduka: O autodesenvolvimento é o caminho para enfrentar e superar os comportamentos de baixa resiliência. Tenha emoções positivas, pratique a flexibilidade cognitiva, busque apoio social, descubra o seu propósito e seja protagonista das suas escolhas; essas são formas de aprimorar a sua resiliência.
Tem um verso de Guimarães Rosa que expressa bem a questão da Resiliência nosso dia a dia e na semana passada me lembrei dele:
“O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”.

A Guerra da atenção não se ganha no grito

Quantos segundos você suporta um pop up agressivo quando acessa um site na web?
Talvez não seja uma prática generalizada, mas já está saturando o péssimo hábito de alguns provedores de enfiar um pop up enorme pela goela estreita da paciência do internauta que não pediu, não deseja, não tem tempo nem motivação para curtir a mensagem indesejada.
Você acessa uma página, começa a ver o que está em destaque e talvez te interesse e POW!, vem um pop up que encobre o que ainda nem tinha sido visto integralmente. Isso não funciona. Na comunicação, não importa o meio, agressividade excessiva é tão improdutiva quanto marasmo e apatia.
media web é nova, mas o aprendizado tem que ser mais rápido e as soluções mais efetivas.
A publicidade na Rede é um formato de venda que rapidamente vem se consolidando.  Em 2012, conforme divulgado pela imprensa, na pátria do marketing e da publicidade, faturou quase 37 bilhões de dólares. O crescimento anual foi chinês, mais de 15%.
No Brasil, guardadas as dimensões das economias, os números não são muito diferentes. Mas tentar obter audiência coercitiva já é outra história.
Em vendas é imperdoável ignorar o clássico modelo AIDA. Chamar a Atenção, despertar oInteresse, criar o Desejo e provocar a Ação. Começou com Adão, ainda no paraíso, e continua efetivo até hoje. Não é antigo nem moderno, é eterno.
O modelo vale tanto para a venda pessoal como para outras formas impessoais de influenciar positivamente a percepção e decisão de potenciais interlocutores.
Sem chamar atenção não se consegue avançar até a decisão do negócio. O jogo, porém, não é só chamar atenção, como fazem alguns brucutus da comunicação e outros gaiatos que eventualmente se transformam em virais de efeito fugaz na Internet.
Os passos precisam ser sinérgicos e reflexivos ou não teremos sintonia na comunicação. O efeito da atenção afeta e eventualmente condiciona o quantum do interesse, este evolui para o desejo e então a compra e a venda acontecem.
No Place web a competição por atenção tende a ser ainda mais acirrada do que em outras mídias, o que pede mais música do que barulho, mais inventividade e menos grito.

Empresas competitivas são as que conseguem criar um “Hub” de Parceiros e tem Paixão por Inovar.

Sua empresa tem conseguido desenvolver parceiros fortes e integrados? Tem reunido outras empresas para alianças estratégicas? Esse é o 6º Trabalho de Hércules dos líderes de empresas vencedoras, montar um poderoso “hub” de Parceiros.
A competição não será mais apenas produto contra produto ou empresa x empresa. A competição se dará entre clusters de partes interessadas no negócio. As empresas vencedoras se diferenciarão porque o crescimento e desenvolvimento dos negócios ocorrem, não mais apenas dentro da empresa, mas “fora” por meio de parcerias, joint ventures, alianças estratégicas, participação minoritária em outras empresas e acordos com produtores de tecnologias, centros de pesquisa e instituições comunitárias e cooperação com instituições de ensino. Esse processo complexo de diferenciação exigirá integração complexa.
Já o 7º Trabalho de Hércules é desmistificar a questão da inovação. Muitos falam sobre o tema mas quantos realmente conseguem Desenvolver a Cultura da Paixão pela Inovação?
Precisamos criar o hábito da Inovação constante e não apenas espasmódica. Inovação precisa ir muito além do produto e da área de pesquisa e desenvolvimento.  Esta prática deve tornar a empresa tão ágil e capaz de mudar tão rápido quanto a própria mudança e capaz de se reinventar continuamente, sempre nos posicionando e à nossa empresa de forma proativa, em busca do próximo patamar de sucesso. Não podemos continuar afugentando os mais talentosos, os mais criativos e os não-conformistas. Uma empresa tem de ser uma espécie de “Atelier”, um ambiente onde pessoas talentosas ajam como se fossem parte de um elenco de artistas, onde sintam prazer em criar, inovar, colocar seu talento a serviço dos nossos clientes, parceiros e demais partes interessadas.
Vamos continuar o debate desvendando mais alguns dos “12 Trabalhos de Hércules” do mundo empresarial.

O que eu faço agora?

Se você nunca se fez esta pergunta  prepare-se, pois em algum momento você irá fazer.
Qual o profissional, não importa em qual estágio de vida ele esteja, já não se deparou com uma situação “sem saída”? Sim, a gente sempre acha que não há saída para algumas situações que a vida nos apresenta. Se fizer isto, será pior. Se fizer aquilo, vai dar num outro problema e por aí vai.
Acredite. Todos passam por isto algum dia e certamente ainda iremos passar por  outras  inúmeras oportunidades. Isto sempre acontece.
Pois bem. Se isto sempre acontece, o que devo fazer? Esta é a questão. Não sei o que você  deve fazer, mas posso afirmar: faça depressa!
No mundo atual onde tudo acontece numa velocidade tão brutal, ainda existem inúmeras pessoas e profissionais que postergam as respostas ou empurram para frente de modo que os acontecimentos naturais da vida e dos negócios acabam por nos dar a resposta.
Quer um conselho muito verdadeiro? Não postergue. Resolva. Tire da frente. Faça. Certo ou errado, faça.
Isto vale prá tudo. Se  está pensando em arrumar um novo emprego, faça isto. Se  está pensando em mudar de cidade, mude. Se quer se separar ou casar, faça assim que for possível, porém… faça com que seja possível.
Outro dia assistindo a uma palestra do proprietário de uma das maiores construtoras do país, ele comentou uma coisa que ficou marcado. “ Eu não sei como fiz muito das coisas que já realizei, só sei que fui fazendo”.
Muito se fala em planejamento e podem ter certeza que sou um defensor de um planejamento bem feito, porém, cada vez mais acredito que precisamos dar o primeiro passo o mais rápido possível. Em tudo, ou quase tudo. Quando se espera até amanhã quase nunca  fazemos aquilo que prometemos fazer.
Sejamos sinceros. Quantas pessoas que estão lendo este blog agora, prometerem  que na última segunda-feira iam começar um regime? Qual o percentual de pessoas que cumpriram esta promessa? Quantos vão desistir ainda hoje ou amanhã?
Muitos. Com certeza muitos. Só terão sucesso aqueles que realmente começaram e se comprometeram com os resultados. E digo  mais, quanto mais eles emagrecerem, mais se sentirão comprometidos, felizes e mais interessados em continuar. Isto se chama um círculo virtuoso. Comece a fazer, o melhor que puder e as boas notícias aparecerão.
Só recebe notícia ruim quem espera por elas. Quem luta, corre atrás, batalha, pode até encontrar algo ruim, mas certamente estará muito mais preparado para enfrentar as adversidades. Pense nisto. Faça alguma coisa diferente ainda hoje. Prometa e cumpra. Não é fácil, eu sei,  mas acredite, as coisas não caem do céu. É preciso esforço, dedicação, coragem, força e determinação. Isto faz alguém ter sucesso. Se não tiver isto, só o acaso. E quer saber mais? As coisas raramente acontecem por acaso. Lute e siga em frente. O sucesso vai chegar mais rápido se você pensar assim. Tente e boa sorte. Pra terminar: a boa sorte chega mais fácil para quem luta sem desistir! Sucesso meus amigos “fazedores”.

Festival de incompetência e desculpa

Inauguração tende mesmo a ser um inferno. O corre-corre de última hora para recuperar o orgulho ferido e o cronograma perdido é só a dimensão mais aparente e mais prosaica dentre vários detalhes ignorados. Parece que todo mundo acende vela para o mesmo santo das inaugurações, tal de São Murphy.
O mico do momento está replicado em cada Estado escolhido para sediar jogos da copa do mundo de 2014, com destaque para os estádios onde ocorrerão jogos da copa das confederações, agora em junho de 2013. Quem já fez jogos testes e pré-inaugurações honrouo clássico “FEBEAPA”, criativa sátira do saudoso jornalista Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta.
Com as obras da Copa de 2014, o FESTIVAL DE BESTEIRA QUE ASSOLA O PAÍS – FEBEAPA – está de volta revigorado, internacionalizado, apesar de nunca ter deixado deesculhambar a vida nacional, a exemplo do combate à seca que se perpetua no Nordeste, às enchentes que repetidamente alagam o Sudeste, às estradas quem não passam dos planos no Norte e Centro Oeste, só para ficar nos absurdos que são consenso.
Não faltam causas e às vezes nem intenções para fazer o pior, mas o que faz mais falta é competência mesmo.
Em negociação e vendas esse lamentável fenômeno eventualmente também ocorre, mas a conta ou vem junto ou vem logo. No mercado não há espaço para irresponsabilidade nem para complacência.
O pressuposto da boa venda é identificar a necessidade do cliente, co-criar a solução mais eficaz, fechar o negócio e então construir e na sequência inaugurar o estádio. Sem furo, sem atraso, sem sobrepreço, nos termos negociados e contratados. O prêmio é a taça do relacionamento produtivo e de negócios continuados.
Na compra e venda a necessidade é absoluta.
A necessidade reconhecida pelo comprador exerce forte pressão sobre seu comportamento e facilita a decisão de compra quando o interlocutor é um profissional competente, interessado e parceiro. Nesse caso, a solução entregue, a postura do vendedor e a imagem da empresa estabelecem a referência para novos negócios.
A necessidade latente, aquela que ainda não foi percebida ou considerada como imediata pelo cliente, pede ainda mais expertise, competência e honestidade profissional do vendedor. A solução proposta tende a despertar ou antecipar sonhos e expectativas importantes, o que amplia a responsabilidade do fornecedor.
Na hora da entrega tem que ter festa e não desculpa.

Ineficiência administrativa e de gestão, esse é o carma brasileiro?

Já faz semanas, ou porque não dizer meses que os jornais e revistas vem publicando matérias e artigos sobre a ineficiência brasileira no que diz respeito a gestão de grandes projetos, como por exemplo os estádios e seus entornos, o parque olímpico, usinas hidrelétricas e eólicas e assim por diante.
O Brasil tem, pelo menos há 20 anos, tem expatriado executivos para empresas em todo o mundo em função das competências e da efetiva entrega de resultados. Além disso, temos exemplos meritórios de organizações nacionais se posicionando com valor competitivo no mundo, assim como filiais brasileiras de multinacionais internacionais que vem apresentando os melhores resultados financeiros e operacionais de todo o grupo.
Isto posto, como é possível, conforme os noticiários recentes, não conseguirmos entregar nenhuma obra no prazo, da mesma forma com valores muito superiores ao orçado. Somos incompetentes? Ou a nossa cultura e o famoso “jeitinho brasileiro” estão tão impregnados que quando se trata de fazer algo que envolve governo e iniciativa privada, principalmente, demonstramos a verdadeira incompetência brasileira ou a ganância de querermos “levar vantagem em tudo”, como dizia Gerson.
Infelizmente, estamos demonstrando, mais uma vez para o mundo que nós não somos sérios e que não temos como fundamentos: planejamento; visão sistêmica; liderança, com constância de propósitos. Isso tudo para conduzirmos processos efetivamente otimizados.
Por que não conseguimos mudar?

Inovação = Inovar + ação = resultado

A cada dia que passa mais e mais ouvimos a importância da inovação no mundo dos negócios e na nossa vida como um todo. É raro um líder não ter um discurso pronto sobre inovação. Quase todos tem. Mas será que tem a “inovação na veia” ou simplesmente nas palavras?  Falar é uma coisa, fazer é outra muito diferente.
Pra começar acho interessante conceituar este termo tantas vezes comentado e outras tantas maltratado. Pense comigo. Você sabe realmente o que é Inovação?
Pois bem, de todas as dezenas de definições de Inovação que já ouvi e li, a que acho mais interessante é também a mais simples delas: “Inovação é a exploração com sucesso de novas ideias”.
Acho que não poderia ser mais simples e completa.
Muito se confunde com criatividade, com marketing, e com outros tantos termos tão comuns ao mundo empresarial. E por que Inovação é tão importante?
Mais simples ainda. Inovação significa agir e obter sucesso. Se não tiver sucesso, desculpe, não é Inovação, ao menos neste momento. Tem que fazer. Não basta pensar nela. É preciso colocar em prática e ir em busca dos resultados. Nem sempre iremos atingir os resultados esperados. Faz parte do processo de inovação. Não deu certo? Repense e busque novamente acertar e inovar. Isto é agir em busca de resultado.
A questão que quero realmente me aprofundar é que atualmente o termo Inovação virou uma panaceia e todos dizem que fazem, ou procuram fazer, mas a verdade é que boa parte  das empresas estão perdidas com relação a isto. Não sabem o que, como, onde e por que inovar. Alteram um ou outro ponto acreditando que com isto estejam inovando. Tudo bem, isto é importante mas geralmente não conseguem medir financeiramente estas pequenas e muitas vezes inócuas alterações.
Inovação é na grande maioria dos casos a única possibilidade de perpetuação de uma marca, serviço ou produto. Precisamos a cada dia inovar para garantir ao menos a continuidade de nossa participação de mercado seja ele qual for. Se não inovarmos, cairemos. É questão de tempo. Pode demorar mais ou menos mas a queda é certa.
Este é o“x” da questão. Inovação não é moda ou marketing. Inovação é sobrevivência. Precisamos inovar se quisermos sobreviver e crescer em qualquer mercado. Manter margens lucrativas e buscar novos consumidores. Isto é básico e tem muita empresa que não sabe fazer.
Existe metodologia apropriada para isto capaz de minimizar muitos riscos, diminuir prejuízos e ampliar as possibilidades de acerto. Pensem nisto. Inovação é coisa séria. Ou você faz e faz bem feito ou morre.
Você pode inovar em produtos, processos, serviços, ambiente e inúmeros outros pontos, entretanto o mais importante é que você tenha pessoas capazes e comprometidas com a Inovação. Que se crie uma Cultura de Inovação. Quando se inova, muitos acham que perderão espaço ou poder. Não deixe que isto atrase a inovação dentro da sua empresa. Treine e motive os seus colaboradores a inovar. Dê a eles a possibilidade do erro e passe confiança de modo que eles busquem por resultados. Faça isto. Isto pode fazer toda diferença.
Quer sabe como inovar? Manda um e-mail que falamos mais sobre isto. Inove e tenha sucesso.

Empreendedor sem o lado vendedor, vira sofredor.

Grandes ideias, maravilhosos projetos, tremendas iniciativas, porém com imensas frustrações. A causa: falta de vendas. Quem vai vender? Quem vai botar os “guizos nas onças”? Em estudos globais sobre o empreendedorismo, a relação dos principais arrependimentos sobre erros cometidos, iniciam por não terem tomado decisões velozes e ousadas de vendas.
Para um empreendedor a ausência de um talento e de uma vontade de vendas, como regra é fatal. Empreender não é sinônimo de vender, e vice-versa. São lados complementares da mesma moeda. Uma boa fórmula são sócios que se complementem, ou marido e mulher que possam compor uma dupla, por exemplo. Um criador em ciências exatas e um emocionado negociador com forças na área de humanas. O que deve contar fortemente para qualquer empreendedor é a necessidade de se transformar num grande ou, minimamente, bom vendedor. Isso exige cultivar atitudes de campeões de vendas.
Uma delas que gera todas as demais é sair para vender. Quer vender? Visite clientes. Quer vender? Entreviste prospects? Quer vender? Ofereça e apresente suas soluções! Quer vender? Ouça objeções, trate-as, corrija e persista. Quer vender? Solicite o pedido, fareje sempre a possibilidade de fechar vendas. Quer vender mais? Faça esse processo mais, mais e mais. Agir com a atitude dos campeões de vendas não é difícil. Você pode criar o hábito, principalmente se estiver apaixonado de verdade pelo seu empreendimento. Uma pessoa apaixonada ultrapassa obstáculos e muda. Ao mudar, muda o mundo em volta.
Não há possibilidade de sucesso para um empreendedor se não se transformar num capaz vendedor. Experimente, não vai doer, e você ainda vai descobrir que fará grandes amigos, além de grandes clientes. Mas, ou você sai para vender, e desde já, ou seu negócio vai sofrer, com você.

Por que não somos competitivos?

A ideia de competição está sempre relacionada à de comparação. No mundo globalizado, em geral, a competitividade da nossa economia costuma ser medida pela comparação entre os preços dos bens e serviços produzidos no Brasil e o de produtos equivalentes originários de outros países, de quem importamos e para quem gostaríamos de exportar. Nessa comparação mais frequente, é fácil observar que não somos competitivos porque é caro produzir no Brasil.

Em outros tópicos deste blog já tive oportunidade de conceituar o assim chamado “Custo Brasil”, que é o diferencial que gastamos a mais que os nossos concorrentes internacionais para a fabricação dos mesmos produtos e que, no cotejo com a maioria dos mercados que nos interessam mais de perto, pode ser estimado como sendo um acréscimo médio da ordem de 30 a 40% do preço final. Esse adicional ou “Custo Brasil” varia de setor para setor ou mesmo entre produtos diferentes de uma mesma linha industrial, já que decorre da ação conjunta e variável de vários fatores, como a elevadíssima carga tributária, as deficiências de infraestrutura, o excesso de burocracia, o alto preço de alguns insumos semi-monopolizados pelo governo ou desfavoravelmente regulamentados (tarifas de energia, combustíveis, saneamento, comunicações, armazenamento e transporte, por exemplo) e os juros estratosféricos.

Volto a esse tema para abordá-lo por um prisma diferente e complementar. O “Custo Brasil” não está prejudicando a nossa competitividade apenas no que diz respeito aos produtos industrializados, que temos capacidade para fabricar, mas que, cada vez mais, perdem espaço para os similares estrangeiros. Também não estamos perdendo a corrida apenas em alguns mercados do setor de serviços mais expostos à concorrência com outras ofertas internacionais como o turismo, por exemplo, (onde as nossas tarifas hoteleiras são das mais altas do mundo). Existe um lado menos visível nessa perda geral de competitividade e que não tem sido muito comentado. Alguns segmentos industriais não estão expostos diretamente à concorrência internacional. É o caso da Construção Civil, por exemplo, cujos produtos só interessam ao mercado comprador nacional se forem construídos aqui, dada a impossibilidade de importá-los prontos. Idêntica situação ocorre também, largamente, no setor de serviços. Ninguém imagina substituir fornecedores da categoria de serviços pessoais (manicure, por exemplo) por concorrentes estrangeiros. Nesses setores, também, não temos a pretensão de exportar os nossos produtos para outros mercados externos. Não temos como fazer isso com um apartamento ou com um atendimento odontológico, também por exemplo.

Mas, mesmo não estando expostos à concorrência direta com os similares internacionais, os bens e serviços mencionados no parágrafo anterior não estão protegidos dos efeitos perversos do “Custo Brasil”. O nosso mercado interno tem uma certa e limitada capacidade de compra desses bens e serviços e, quando eles são oferecidos a preços muito elevados, a demanda final diminui naturalmente. Se pudéssemos produzir imóveis ou serviços pessoais mais baratos, um volume muito maior de vendas seria alcançado. Com benefício para a economia, para o setor produtivo e, principalmente, para o bem-estar dos consumidores. Infelizmente, o aumento continuado do “Custo Brasil” tem anulado boa parte do crescimento do mercado doméstico, que foi originado com a melhoria dos níveis de renda e emprego observada nos últimos anos.

Acho importante destacar esse efeito menos visível. Não basta apenas repetirmos que os brasileiros gastam duas ou três vezes mais do que os cidadãos de outros países para comprar automóveis, eletrodomésticos, combustíveis e alguns tipos de alimentos. É igualmente importante sabermos que também pagamos muito mais caro por produtos ou serviços que não estão expostos à concorrência internacional. Um bom indicador disso é o “Índice Big-Mac”, que utiliza, como unidade de comparação, o preço do popular sanduíche nos diversos países. Na última divulgação desse índice, o Brasil ocupava a quinta posição entre mais de cem países. Ou seja, o sanduíche produzido e vendido aqui, com as mesmas especificações padronizadas, custa mais caro do que em quase todos os demais países, perdendo apenas para Venezuela, Noruega, Suécia e Suíça. Com a redução do “Custo Brasil”, um número muito maior de sanduiches desse tipo poderia ser vendido aqui, para ficar apenas nesse único e emblemático exemplo.

A Questão dos Portos

Infelizmente, por diversas razões que afetam a nossa capacidade de produção – que incluem, desde a elevadíssima carga tributária até a baixa taxa geral de investimentos, passando pelo excesso de burocracia e por outros fatores que tenho mencionado neste blog –, a nossa economia passou a depender muito da exportação de produtos primários, com destaque para minérios e grãos. São esses itens que vêm sustentando, a duras penas, a nossa balança comercial, pressionada, por sua vez, pelas nossas importações crescentes de insumos e de produtos que deixamos de produzir competitivamente, num processo que os economistas chamam de “desindustrialização”.

Ao final do mês de fevereiro passado, a grande imprensa nacional noticiou (sem o merecido destaque), um fato chocante: os importadores chineses da nossa soja desfizeram um negócio vultoso, anteriormente programado e contratado, desviando nove navios graneleiros para outro país exportador do mesmo produto! Os dois primeiros navios programados, com capacidade conjunta para transportar 110 mil toneladas de soja, foram emergencialmente desviados para buscar o produto no Golfo do México (EUA). Na sequência e com maior antecipação, os outros sete navios estão sendo reprogramados para carregar a soja em portos da costa Oeste norte-americana. Não se trata, apenas, de um prejuízo de vendas que, em um único negócio, se aproxima de 2% do total das exportações brasileiras de soja em grão, previstas para a temporada em curso. O risco maior é perdermos o cliente, definitivamente, para um exportador concorrente, localizado muito mais próximo da China. Neste caso, o que levou os chineses ao cancelamento da compra? Simples, a existência de uma fila de espera de 40 dias para carregamento nos portos brasileiros, absurdo que pode ampliar-se para 50 dias ou mais nos próximos meses.Numa situação desse tipo, que obviamente precisa ser revertida, não poderíamos estar criando ainda mais dificuldades e custos para o nosso comércio exterior, seja para o nosso abastecimento básico com as importações, seja para a venda estratégica dos itens que exportamos. Mas, por mais absurdo que possa parecer, é justamente isso que estamos fazendo, há muito tempo. Temos, talvez, o sistema portuário mais ineficiente, caro, inseguro e antiquado do mundo e não estamos sabendo modificar esse cenário com a rapidez e a objetividade necessárias.
Entendo perfeitamente o inconformismo dos chineses com essa situação. Aquele país teve que organizar seu próprio sistema portuário, para ter um suporte confiável, ágil, econômico e seguro, na medida exigida pelo dinamismo atual de sua economia e pelos enormes volumes de importação e exportação que ocorrem ali. Pude ver pessoalmente as modernas instalações dos portos de Xangai e Hong Kong, transformados em dois dos maiores entrepostos mundiais e operados com grande eficiência. Nada comparável ao que temos por aqui.
Para mudarmos a caótica situação do sistema portuário nacional, precisamos, entre outras coisas, de realizar investimentos pesados, que excedem a capacidade do Estado. Um esforço dessa magnitude, que pode ultrapassar R$ 30 bilhões só na primeira etapa (seis vezes mais que o montante do investimento público feito no setor, nos últimos 10 anos), não pode dispensar a contribuição dos capitais privados. Para atrair esses últimos e na tentativa de incluir algumas providências modernizantes no sistema portuário nacional, o governo editou a Medida Provisória n° 595/12 (presentemente em tramitação no Congresso Nacional), que modifica o regime legal estabelecido na regulamentação anterior (Leis nos 8.630/1993 e 10.233/2001). Esse processo de exame legislativo é de grande importância, não só para que se impeça que alguns avanços propostos venham a ser prejudicados por interesses corporativos anacrônicos, como, também, para que possam ser acrescentados, talvez, novos pontos de modernização no regime legal.
O que interessa, de fato, é que sejam criadas as condições para a efetiva modernização das instalações portuárias nacionais e de sua administração, na medida das exigências do comércio exterior brasileiro. Precisamos escoar eficientemente a nossa produção e, ao mesmo tempo, reduzir os custos das importações dos produtos e insumos que adquirimos no exterior (inclusive combustíveis). Não existe a menor perspectiva de alcançarmos níveis superiores de desenvolvimento econômico sustentável sem que tenhamos um sistema portuário adequado e eficiente. Essa é uma lição a aprender com a própria China.

Energia ou calma?

Veja os alimentos que ajudam nestas funções

Enquanto alguns alimentos proporcionam energia ao organismo, outros têm o poder de acalmar. Os antioxidantes, por exemplo, possuem nutrientes específicos que atuam no sistema nervoso combatendo o stress e, por isso, desempenham a função de calmante. “Isso ocorre porque eles atuam no controle da produção dos radicais livres que levam ao envelhecimento precoce das células”, explica a nutricionista Alessandra Coelho, do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo.
Entre os exemplos de alimentos antioxidantes, estão as vitaminas do complexo B, encontradas em carnes em geral, cereais integrais, castanhas, banana; os grãos, como  feijão e soja; as verduras, principalmente as escuras; frutas, em geral, e oleaginosas. “Há também as ervas como passiflora, valeriana, camomila, que também são muito utilizadas com a finalidade de acalmar”, diz Alessandra.
Já os alimentos considerados energizantes, são aqueles que, de alguma forma, estimulam o sistema nervoso central, diminuem o sono e auxiliam na concentração. Café, guaraná, chá verde, pimenta e gengibre são alguns deles. “Quando consumidos em grandes quantidades eles podem aumentar a irritabilidade e nervosismo, dificuldade de concentração e insônia. Vale ressaltar que estes alimentos devem ser evitados por pessoas que já apresentem algum tipo de dificuldade para dormir”, afirma a nutricionista.
Embora os efeitos dos alimentos calmantes e energizantes não sejam intensos, a nutricionista aconselha o acompanhamento de um profissional na hora de escolher a dieta adequada. “Tanto os alimentos calmantes como energizantes devem ser ingeridos com moderação. A literatura ainda traz poucas informações a este respeito, mas é importante que um nutricionista auxilie na adequação da alimentação de acordo com a necessidade de cada individuo”, finaliza Alessandra.

Proteja as articulações

Adeque os calçados e a carga de exercícios

As articulações exercem papéis fundamentais no nosso corpo: unem os ossos do nosso esqueleto, evitam o seu desgaste e favorecem ou limitam os movimentos de ombros, quadris, cotovelos, joelhos, tornozelos etc. Portanto, devem ser cuidadosamente protegidas durante as atividades físicas, para não sofrerem lesões.
Uma das maiores preocupações de quem se exercita é encontrar o tênis adequado para a sua atividade. Para escolher o melhor tipo de calçado, é necessário observar o tipo do pé (normal, plano ou cavo), o tipo de pisada e o peso corporal.
“Pessoas com mais de 80 quilos devem usar um tênis com bom amortecimento, pois o peso promove grande sobrecarga nas articulações. Pessoas mais leves podem usar tênis com menor amortecimento”, orienta Dudu Netto, diretor técnico da Bodytech. Também deve-se levar em conta o tipo de terreno da caminha ou da corrida – esteira, asfalto, areia ou terra.
Aquecer é sempre recomendável. “O aquecimento faz uma transição gradual do estado de repouso para o estado de esforço que o exercício exige e prepara os grupamentos musculares e as articulações para as solicitações da atividade física”, descreve Netto. Mesmo não havendo evidências científicas de que diminui os riscos de lesões, é indicado por “bom senso e cautela”.
Já Victor Valente, professor de Pilates da Runner, observa que o alongamento é importante para manter a flexibilidade e mobilidade da articulação, deixando-a capaz de executar os movimentos de forma adequada. “Porém, é a soma de diferentes exercícios que garante proteção para a articulação, como os de fortalecimento e os proprioceptivos [ligados à capacidade funcional do corpo]”, afirma.
Para checar se a carga de exercícios está adequada, evitando lesões articulares, Netto dá uma dica. “Se o seu programa contempla 12 repetições e você consegue realizar apenas 8, a carga está pesada. Caso seja tranquilo realizar 15 ao invés de 12, é sinal de que está leve. Desta forma, pode acrescentar 5% de carga”. A perfeição da execução e o arco do movimento também devem ser observados neste caso. “Outro ponto importante para prevenir lesões é o acompanhamento de um profissional de educação física durante os exercícios”, lembra Valente.
Ele também argumenta que a atividade física intensa não lesiona as articulações se for feita com responsabilidade, ou seja, com supervisão profissional e com respeito aos limites do corpo. No caso de atletas, é possível que a sobrecarga de exercícios acabe por desgastá-las no longo prazo, segundo o professor da Runner. Com relação à carga, Dudu Netto dá duas dicas: não aumentar o esforço por mais de 5% a 10% por semana, nem aumentar a distância e a velocidade ao mesmo tempo. Nos casos de lesões, a saída para recuperar a articulação está na fisioterapia.

Técnicas de estudo

Pesquisa mostra qual a melhor forma de aprender

Um estudo realizado pela Universidade Estadual Kent, em Ohio, nos Estados Unidos, tenta desvendar quais são as técnicas mais efetivas na hora de estudar. Para isso, foram avaliadas centenas de pesquisas científicas que analisam estratégias de estudo mais populares, e segundo os responsáveis pela pesquisa, algumas delas não funcionam. Mais que isso: em alguns casos, elas podem até atrapalhar o aprendizado.
"Queríamos ter uma visão abrangente de estratégias promissoras para professores diretos, alunos e pais. Entender quais são as mais eficazes", explica o professor autor da pesquisa, John Dunlosky.
A equipe de especialistas listaram dez das técnicas mais comuns e as classificaram como: Baixo, Moderado e Alto alcance. Entre as piores estão: a produção de resumos, truques de memória, criação de imagens e a releitura. As consideradas mais eficientes foram o teste prático e a prática distribuída. Saiba mais sobre elas:
Uso de canetas marcadoras - "Quando os estudantes usam um marcador, por exemplo, eles comumente se concentram em um conceito por vez e estão menos propensos a integrar a informação que eles estão lendo em um contexto mais amplo. Isso pode comprometer a compreensão sobre o material", explica Dunlosky.
Resumo e anotações - "Para nossa surpresa, parece que escrever resumos não ajuda em nada. Os estudantes que voltam e releem o texto aprendem tanto quanto os estudantes que escrevem um resumo enquanto leem", revela o professor.
Truques para decorar fórmulas ou conceitos - Dunlosky afirma que eles podem funcionar bem para lembrar de pontos específicos, como fórmulas matemáticas - seno da soma de dois ângulos: sen (a + b) = sena.cosb + senb.cosa. No entanto, não devem ser aplicados para fins conceituais. "Eles não vão te ajudar a aprender grandes conceitos de matemática ou física", diz.
Teste prático - Segundo os estudos, o teste prático funciona, pois o estudante fica mais envolvido com o tema e menos propenso a devaneios da mente. “Testar a si mesmo quando você tem a resposta certa parece produz um rastro de memória mais elaborado conectado com seus conhecimentos anteriores”, explica o professor que completa: "Estudantes que testam a si mesmos ou tentam recuperar o material de sua memória vão aprender melhor aquele material no longo prazo. Um século de pesquisas mostram que a repetição de testes realmente funcionam na prática", diz Dunlosky.
 
Prática distribuída – 
Essa é a técnica considerada mais poderosa. A intensão é planejar antecipadamente e estudar em espaços de tempo espalhados, ou seja, evitar deixar tudo para a última hora. "Em qualquer outro contexto, os estudantes já usam essa técnica. Se você vai fazer um recital de dança, não vai começar a praticar uma hora antes, mas ainda assim os estudantes fazem isso para estudar para exames. Uma boa dose de estudo concentrado após bastante prática distribuída é o melhor caminho", finaliza o professor.
Fonte: Science Daily