Já faz semanas, ou porque não dizer meses que os jornais e revistas vem publicando matérias e artigos sobre a ineficiência brasileira no que diz respeito a gestão de grandes projetos, como por exemplo os estádios e seus entornos, o parque olímpico, usinas hidrelétricas e eólicas e assim por diante.
O Brasil tem, pelo menos há 20 anos, tem expatriado executivos para empresas em todo o mundo em função das competências e da efetiva entrega de resultados. Além disso, temos exemplos meritórios de organizações nacionais se posicionando com valor competitivo no mundo, assim como filiais brasileiras de multinacionais internacionais que vem apresentando os melhores resultados financeiros e operacionais de todo o grupo.
Isto posto, como é possível, conforme os noticiários recentes, não conseguirmos entregar nenhuma obra no prazo, da mesma forma com valores muito superiores ao orçado. Somos incompetentes? Ou a nossa cultura e o famoso “jeitinho brasileiro” estão tão impregnados que quando se trata de fazer algo que envolve governo e iniciativa privada, principalmente, demonstramos a verdadeira incompetência brasileira ou a ganância de querermos “levar vantagem em tudo”, como dizia Gerson.
Infelizmente, estamos demonstrando, mais uma vez para o mundo que nós não somos sérios e que não temos como fundamentos: planejamento; visão sistêmica; liderança, com constância de propósitos. Isso tudo para conduzirmos processos efetivamente otimizados.
Por que não conseguimos mudar?





